sábado, 2 de outubro de 2010

Fluxo e refluxo da vida: sonho, ferida, sonho, ferida...

As tardes de Primavera são lindas, um tanto selvagens, como eu
- desapercebidamente selvagens.

O vento marcando a pele e comovendo a alma
segue frio e sacode o cabelo
arrasta folhas e confunde caminhos.

As tardes de Primavera trazem o inesperado
a infância no banho de chuva fina, no cheiro do mato molhado...
e há tremor nas minhas mãos na face do tremer...

Mas tudo é tão bonito, tão grandioso e perfeito
que por haver vou sorrindo, assim, tristemente
do meu jeito.

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